Repensar a Memória Coletiva em Defesa dos Direitos Humanos

Repensar a Memória Coletiva em Defesa dos Direitos Humanos

Dia 9 de janeiro realizou-se no Museu Nacional de História Natural e da Ciência a conferência “Acertando Contas com o Racismo: A Memória Social do Comércio de Escravos”. Dois investigadores da equipa Dignipédia Global, Susana Alves-Jesus e Rui Maia Rego, assistiram à conferência, aproveitando a ocasião para divulgar o projeto entre pares e estabelecer parcerias com algumas das associações presentes. O direito de memória dos escravizados exige reflexão e presença nos espaços públicos, nos memoriais das cidades e nos museus, entendidos como espaços em que se constroem narrativas sociais. Mapear conceitos, reinterpretar narrativas históricas, cuidar da memória coletiva e atender a culturas minoritárias silenciadas, foi objeto de análise e debate neste encontro. Apresentaram-se projetos de todo o mundo, que envolvem academia e sociedade civil, com impacto local e social, a partir de abordagens diferenciadoras, focadas numa “arqueologia reparadora”, “cura da memória”, “museus vivos”, etc.

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